A cromoterapia, utilização das cores na cura de doenças ou em favor do equilíbrio corporal, já é utilizada em alguns hospitais veterinários do país e, recentemente, passou a ser aplicada também em animais em Santos, no litoral de São Paulo. A Coordenadoria de Proteção a Vida Animal oferece a terapia alternavida de forma gratuita na tentativa de recuperar cães mais facilmente.
A coordenadora Leila Abreu conta que o local realiza cerca de 30 atendimentos veterinários por dia. Destes, pelo menos 10 precisam receber soro. No mesmo momento, eles recebem a Cromoterapia ou o Reiki, duas terapias alternativas que auxiliam no tratamento dos animais.
Leila diz que coloca o animal deitado e canaliza a lâmpada da cor ideal para ele. "O animal que está precisando de energia precisa da cor laranja, por exemplo. A cor verde é a cor da saúde. Um animal muito agitado precisa da cor azul", explica. A utilização das cores já acontece há mais de um ano na Coprovida e é uma iniciativa dos próprios veterinários, que adicionaram mais essa medida para o bem estar de seus pacientes.
O cachorro Leão, de cinco anos, chegou na Coprovida muito debilitado. O dono disse aos veterinários que notou que o animal estava passando mal durante a noite. Depois de diagnosticado, os profissionais descobriram que Leão tinha sido envenenado. Além da medicação, ele entrou no soro imediatamente e recebeu luzes verdes para seu reestabelecimento. A veterinária Magda Regina, que acompanha os animais durante as terapias, acredita que é preciso aliar a medicação e os métodos alternativos. "Apenas a luz não salvaria a vida dele. Mas é um auxílio. Às vezes tem que entrar com outras terapias mesmo", afirma.
Já o Reiki está começando a ser utilizado pelos profissionais.
A coordenadora Leila Abreu conta que o local realiza cerca de 30 atendimentos veterinários por dia. Destes, pelo menos 10 precisam receber soro. No mesmo momento, eles recebem a Cromoterapia ou o Reiki, duas terapias alternativas que auxiliam no tratamento dos animais.
Leila diz que coloca o animal deitado e canaliza a lâmpada da cor ideal para ele. "O animal que está precisando de energia precisa da cor laranja, por exemplo. A cor verde é a cor da saúde. Um animal muito agitado precisa da cor azul", explica. A utilização das cores já acontece há mais de um ano na Coprovida e é uma iniciativa dos próprios veterinários, que adicionaram mais essa medida para o bem estar de seus pacientes.
O cachorro Leão, de cinco anos, chegou na Coprovida muito debilitado. O dono disse aos veterinários que notou que o animal estava passando mal durante a noite. Depois de diagnosticado, os profissionais descobriram que Leão tinha sido envenenado. Além da medicação, ele entrou no soro imediatamente e recebeu luzes verdes para seu reestabelecimento. A veterinária Magda Regina, que acompanha os animais durante as terapias, acredita que é preciso aliar a medicação e os métodos alternativos. "Apenas a luz não salvaria a vida dele. Mas é um auxílio. Às vezes tem que entrar com outras terapias mesmo", afirma.
Já o Reiki está começando a ser utilizado pelos profissionais.
Fonte: G1






